Galeria

Fabricante de placas
Fabricante de placas
Fabricante de placas
Fabricante de placas
Fabricante de placas
Fabricante de placas
Fabricante de placas

Clique nas imagens para ampliar

O que faz um fabricante de placas de segurança?

A busca por um Fabricante de placas de segurança deve considerar mais do que a produção de uma peça gráfica.

Esse fornecedor participa da definição de uma solução de comunicação visual voltada à proteção de pessoas, à orientação em situações de emergência e à identificação clara de riscos, equipamentos e rotas de fuga.

Por isso, a escolha precisa envolver função, ambiente, visibilidade, material, grafismo e requisitos normativos.

A sinalização de segurança reúne placas e elementos visuais usados para orientar a evacuação, indicar saídas e rotas de fuga, localizar equipamentos de emergência, alertar sobre áreas de risco e comunicar procedimentos importantes.

Sua finalidade é funcional e preventiva. facilitar a compreensão da informação quando as pessoas precisam tomar decisões rápidas, inclusive em condições de iluminação reduzida ou de circulação intensa.

Ela não deve ser confundida com uma placa informativa comum.

Uma placa informativa transmite dados gerais, como orientações de uso, identificação de espaços ou regras de convivência.

Já a sinalização de segurança está relacionada à prevenção de acidentes, à resposta a emergências e à identificação de condições que exigem atenção.

Também se diferencia da sinalização interna, que pode organizar fluxos, identificar ambientes e reforçar a experiência de navegação dentro de uma edificação, sem necessariamente cumprir uma função de emergência.

Na prática, a especificação começa pela finalidade da mensagem.

Uma placa destinada a indicar uma saída exige critérios diferentes de uma placa que identifica um equipamento de combate a incêndio ou alerta sobre uma área de risco.

Depois, é necessário avaliar onde o item será instalado, a distância de leitura, o fluxo de pessoas, a existência de obstáculos, a iluminação disponível, as condições do ambiente e os pontos de fixação.

O material e o processo de aplicação também fazem parte da decisão.

Dependendo do projeto, podem ser considerados PVC fotoluminescente, alumínio, ACM ou adesivos fotoluminescentes.

Os grafismos podem ser produzidos por serigrafia, impressão digital ou vinil recortado.

A escolha adequada deve relacionar resistência, acabamento, visibilidade, dimensões e condições de uso, sempre com validação técnica conforme a finalidade da sinalização e as normas aplicáveis.

Como referência no setor de comunicação visual, a Plakas Indústria e Comércio LTDA atua desde 1988 no mercado B2B e desenvolve soluções para empresas e profissionais que precisam especificar comunicação visual de forma consistente.

Sua abordagem consultiva permite avaliar as necessidades do projeto antes da definição da placa, considerando fabricação, instalação, integração com outros elementos e adequação ao ambiente.

A certificação ISO 9001:2015 reforça o compromisso informado pela empresa com a qualidade de seus processos e produtos.

Assim, um fabricante de placas de segurança não deve ser escolhido apenas pela capacidade de produzir uma peça.

É importante verificar se consegue compreender a finalidade da sinalização, orientar a seleção de materiais e técnicas, trabalhar com requisitos normativos e adaptar a solução ao ambiente.

Para uma especificação mais precisa, arquitetos, designers, agências, empresas e responsáveis por instalações podem consultar a Plakas e apresentar a planta, as áreas de risco, as rotas de circulação, as condições de iluminação e os objetivos do projeto.

Normas aplicáveis e critérios de conformidade

A conformidade de uma placa de segurança não depende apenas da impressão de um símbolo em uma superfície.

Ela envolve a relação entre finalidade, mensagem, cor, legibilidade, dimensões, material, localização e condições de visualização.

Por isso, a escolha de um fabricante de placas deve considerar a capacidade de interpretar a necessidade do ambiente e transformar essa demanda em uma especificação coerente com as referências normativas aplicáveis.

No contexto da sinalização de segurança, as normas ABNT NBR 13434-1, ABNT NBR 13434-2 e ABNT NBR 13434-3 são referências para a organização da sinalização de emergência, incluindo aspectos relacionados à identificação, aos símbolos, às cores, à forma de apresentação e à aplicação das placas.

A DIN 67510-1 também é citada como referência para materiais e elementos fotoluminescentes.

A aplicação prática dessas referências deve ser analisada conforme a finalidade da sinalização, as características da edificação e os requisitos técnicos do projeto.

O que as normas ajudam a definir?

As referências normativas contribuem para reduzir interpretações ambíguas em situações de emergência.

Uma placa destinada a indicar uma rota de fuga precisa ser reconhecida com rapidez e permanecer coerente com a sequência de orientação do ambiente.

Da mesma forma, a identificação de equipamentos de emergência, áreas de risco e procedimentos de evacuação deve utilizar mensagens e grafismos compreensíveis para o público que circula no local.

Na especificação, é importante avaliar:

  • Símbolos e grafismos: devem representar a função da placa de maneira clara e consistente, evitando elementos decorativos que prejudiquem a compreensão.
  • Cores e contraste: precisam favorecer a distinção entre a mensagem, o fundo e o ambiente ao redor.
  • Dimensões e legibilidade: devem ser definidas considerando a distância de observação, o campo visual e a velocidade de circulação das pessoas.
  • Materiais e acabamento: devem ser compatíveis com o local de instalação, a exposição a agentes ambientais e a necessidade de visibilidade.
  • Localização e orientação: a placa deve estar posicionada de forma a ser percebida no ponto em que a informação é necessária.
  • Continuidade da informação: uma rota de fuga deve formar uma sequência lógica, sem mudanças de linguagem visual ou interrupções que dificultem a orientação.

Esses critérios também têm relação com inspeções e vistorias.

Uma sinalização visualmente uniforme, corretamente posicionada e acompanhada de documentação técnica facilita a verificação do projeto e a identificação de eventuais ajustes.

Orientações para especificar placas de segurança

Antes de solicitar a fabricação ou a instalação, o responsável pelo projeto pode organizar um levantamento de informações com as seguintes informações:

  • Finalidade da placa: indicar rota de fuga, saída, equipamento de emergência, risco, proibição, obrigação ou outra orientação relacionada à segurança.
  • Localização: registrar o ambiente, o ponto de fixação, a altura prevista e a direção em que a placa deverá ser visualizada.
  • Visibilidade: verificar iluminação, obstáculos, distância de leitura, fluxo de pessoas e possibilidade de visualização em condições de emergência.
  • Dimensões: definir o tamanho conforme a distância de observação, a função da placa e os requisitos técnicos aplicáveis ao projeto.
  • Grafismo e mensagem: confirmar o símbolo, a cor, o texto complementar quando necessário e a coerência com as demais placas do ambiente.
  • Material: avaliar o uso de PVC fotoluminescente, alumínio, ACM ou adesivo fotoluminescente conforme a superfície, o acabamento e as condições do local.
  • Documentação técnica: reunir planta ou levantamento do ambiente, relação de pontos, critérios de aplicação e referências normativas utilizadas.
  • Validação: submeter a solução à análise do responsável técnico pelo projeto e verificar exigências específicas da edificação antes da produção.

A fotoluminescência merece atenção especial.

Esse recurso pode auxiliar a identificação de determinadas placas em ambientes com pouca ou nenhuma iluminação, mas sua especificação não deve ser tratada isoladamente.

É necessário considerar o material, o grafismo, a posição, a iluminação disponível e a finalidade da sinalização.

A conformidade deve ser analisada em conjunto, e não apenas atribuída ao fato de uma placa ser fotoluminescente.

A Plakas Indústria e Comércio LTDA informa trabalhar com placas de segurança em conformidade com as normas ABNT NBR 13434-1, ABNT NBR 13434-2, ABNT NBR 13434-3 e DIN 67510-1.

Fundada em 1988, a empresa atua no mercado B2B de comunicação visual e possui certificação ISO 9001:2015, elemento institucional relacionado à organização de seus processos.

A definição final de materiais, dimensões, grafismos e aplicação deve ser validada conforme o ambiente e a finalidade do projeto.

Para uma especificação personalizada, arquitetos, designers, empresas e responsáveis por instalações podem consultar a Plakas e apresentar o levantamento técnico necessário.

Materiais fotoluminescentes e técnicas de aplicação

A escolha do material é uma das etapas centrais na especificação de placas de segurança.

Em uma solução fotoluminescente, o material ou adesivo recebe luz do ambiente e armazena parte dessa energia para emitir luminosidade posteriormente.

Por isso, a placa pode continuar visível por algum tempo quando a iluminação é reduzida ou interrompida, contribuindo para a identificação de rotas, equipamentos e orientações de emergência.

Essa função não elimina a necessidade de um projeto adequado. a visibilidade depende da aplicação, da localização, do contraste, da iluminação existente e da leitura do conjunto de símbolos e mensagens.

Como comparar os materiais?

Material Resistência e acabamento Aplicação e adequação ao projeto
PVC fotoluminescente Solução leve, com superfície apropriada para receber grafismos de segurança e acabamento compatível com diferentes ambientes. Pode ser especificado quando se busca uma placa fotoluminescente dedicada, considerando a forma de fixação, a exposição do local e a necessidade de leitura em situações de emergência.
Alumínio Material associado a uma estrutura rígida e a um acabamento de aspecto mais técnico. A seleção deve considerar as condições do ambiente e o sistema de instalação. Pode atender projetos que exigem uma base metálica, desde que dimensões, bordas, fixação e aplicação sejam avaliadas de acordo com o uso previsto.
ACM Painel composto que permite explorar acabamento, rigidez e composição visual conforme a necessidade do projeto. Pode ser considerado em soluções customizadas, especialmente quando a placa precisa dialogar com elementos arquitetônicos ou com um conjunto mais amplo de comunicação visual.
Adesivo fotoluminescente Recurso aplicado sobre uma superfície compatível, com menor interferência visual na base existente. Pode ser adequado para adaptações e aplicações específicas, desde que a superfície, a aderência, a limpeza, a iluminação e a exposição do local sejam previamente analisadas.

A resistência não deve ser avaliada isoladamente.

Uma especificação coerente relaciona material, acabamento, dimensão, método de fixação e condições de uso.

Em áreas sujeitas a circulação intensa, contato frequente, umidade, poeira ou variações ambientais, a escolha deve considerar a preservação da legibilidade e a manutenção da superfície.

Em ambientes internos mais controlados, outros critérios, como integração visual e facilidade de adaptação, podem ganhar relevância.

Técnicas de aplicação dos grafismos

Os grafismos podem ser produzidos por serigrafia, impressão digital ou vinil recortado.

A serigrafia pode ser considerada quando o projeto requer aplicação de elementos gráficos sobre uma base previamente definida.

A impressão digital oferece flexibilidade para composições visuais e informações específicas, enquanto o vinil recortado pode ser utilizado para formar letras, símbolos e áreas de cor com recorte conforme o desenho aprovado.

A técnica escolhida deve ser analisada junto com o material.

Não basta selecionar uma tecnologia de impressão sem verificar contraste, escala dos símbolos, acabamento, distância de leitura e condições de iluminação.

Em placas de segurança, a aparência é importante, mas a prioridade é preservar a identificação rápida da mensagem, do equipamento ou da direção indicada.

Por essa razão, grafismo, cor, dimensão e suporte precisam funcionar como um sistema único.

O que deve ser definido no projeto?

Antes da fabricação, é recomendável organizar um levantamento de informações técnico com:

  • finalidade de cada placa, como rota de fuga, equipamento de emergência ou indicação de risco;
  • local de instalação, altura, distância de leitura e fluxo de pessoas;
  • condições de iluminação natural e artificial, incluindo a possibilidade de baixa luminosidade;
  • material da base, acabamento, método de fixação e exposição a contato ou agentes ambientais;
  • dimensões e proporções dos símbolos, textos e setas;
  • técnica de aplicação dos grafismos, como serigrafia, impressão digital ou vinil recortado;
  • necessidade de integração com outros elementos de sinalização interna, externa ou vertical;
  • validação da solução conforme a finalidade da placa e os requisitos normativos aplicáveis.

Essa análise evita tratar PVC fotoluminescente, alumínio, ACM e adesivos fotoluminescentes como alternativas automaticamente equivalentes.

Cada opção responde a uma combinação diferente de resistência, acabamento, instalação e adaptação ao ambiente.

A escolha final deve ser feita com base no uso real da edificação e na orientação técnica do projeto, sem separar o material da mensagem que ele precisa comunicar.

A Plakas Indústria e Comércio LTDA informa capacidade para fabricar placas de segurança em PVC fotoluminescente, alumínio e ACM, utilizando serigrafia, impressão digital e vinil recortado conforme a solução especificada.

Fundada em 1988 e atuante no mercado B2B de comunicação visual, a empresa também realiza instalação de soluções e mantém uma abordagem consultiva.

Seu processo é respaldado pela certificação ISO 9001:2015.

Para definir material, técnica, dimensões e acabamento com coerência, o próximo passo é consultar a Plakas e apresentar as condições do ambiente e os objetivos do projeto.

Onde utilizar placas de segurança?

As placas de segurança são aplicadas em edificações onde a comunicação precisa orientar pessoas durante a circulação cotidiana e, principalmente, em situações de emergência.

Empresas, indústrias, hospitais, escolas, condomínios, comércios e órgãos públicos podem precisar identificar saídas, escadas, rotas de fuga, equipamentos de emergência e áreas de risco.

A escolha deve considerar a finalidade da mensagem, o ambiente e a necessidade de visibilidade para diferentes perfis de usuários.

Em uma empresa ou comércio, a sinalização pode organizar o acesso às saídas, indicar equipamentos de combate a incêndio e orientar a circulação em áreas com restrições.

Em indústrias, o planejamento tende a considerar áreas de produção, armazenamento, máquinas, substâncias ou processos que exigem identificação de riscos.

Em hospitais e escolas, a clareza é especialmente relevante porque o fluxo pode incluir visitantes, pacientes, estudantes e pessoas que não conhecem a edificação.

Condomínios e órgãos públicos também podem utilizar placas para indicar escadas, saídas, áreas técnicas e equipamentos de emergência.

Em todos esses casos, a sinalização deve estar posicionada de modo coerente com o percurso das pessoas e com a finalidade de cada mensagem.

Uma placa de segurança não substitui uma placa informativa comum. seu objetivo é orientar, alertar ou identificar recursos relacionados à proteção e à evacuação.

Mapa de necessidades por ambiente:

  • Rotas de fuga: indicação de caminhos de saída, mudanças de direção, escadas e acessos que conduzem a locais seguros.
  • Equipamentos de emergência: identificação visual de extintores, hidrantes, alarmes ou outros recursos previstos no projeto de segurança do ambiente.
  • Áreas de risco: comunicação de perigos e restrições em locais onde há possibilidade de acidentes ou acesso controlado.
  • Saídas e circulação: orientação de portas, corredores e pontos de passagem relevantes para a evacuação.
  • Inspeções e vistorias: organização da identificação visual para facilitar a conferência da presença, localização e legibilidade das placas.

O planejamento deve observar o fluxo de pessoas.

Em corredores movimentados, por exemplo, a mensagem precisa ser percebida sem depender de uma aproximação excessiva.

Em ambientes com circulação reduzida, a análise pode priorizar a posição estratégica e a conexão da placa com o percurso de saída.

A iluminação é outro fator importante.

Locais sujeitos à ausência ou redução de luz exigem avaliação específica da visibilidade da sinalização.

Materiais fotoluminescentes podem contribuir para a identificação de orientações de segurança em ambientes sem iluminação, desde que a especificação considere o uso previsto, o posicionamento, as dimensões e os requisitos normativos aplicáveis.

Obstáculos, portas abertas, equipamentos, divisórias e mudanças na arquitetura também devem ser considerados para evitar que a placa fique encoberta ou desconectada da rota indicada.

Como fabricante de placas, a Plakas Indústria e Comércio LTDA atua com capacidade informada para desenvolver, fabricar e instalar soluções de sinalização de segurança em diferentes materiais e configurações.

A empresa atende ao mercado B2B e adota uma abordagem consultiva para compreender as necessidades de cada projeto, sem confundir placas de segurança com sinalização interna, sinalização externa ou placas meramente informativas.

A definição de materiais, grafismos, dimensões e pontos de instalação deve ser validada conforme as características da edificação e a finalidade da sinalização.

Para arquitetos, designers, agências, empresas e responsáveis por instalações, o próximo passo é reunir a planta ou o levantamento do ambiente, os fluxos de circulação, os riscos identificados, os equipamentos de emergência e as condições de iluminação.

Com esse levantamento de informações, torna-se mais simples consultar a Plakas sobre uma solução customizada de fabricação e instalação alinhada às necessidades do projeto.

Como planejar um projeto de sinalização de segurança?

Um projeto de sinalização de segurança consistente começa antes da escolha do material ou da produção das placas.

Para arquitetos, designers, agências, empresas e responsáveis por instalações, o ponto de partida deve ser compreender o ambiente, os riscos existentes, o fluxo de pessoas e as orientações que precisam ser percebidas em situações normais ou de emergência.

Esse levantamento transforma uma necessidade ampla em um levantamento de informações técnico para consulta e especificação.

Levante o ambiente e identifique riscos

Registre a configuração da edificação, os acessos, as áreas de circulação, as saídas, as escadas, os equipamentos de emergência e os locais que apresentam riscos específicos.

Também observe mudanças de nível, obstáculos, portas, corredores, áreas de grande fluxo e pontos em que a visibilidade pode ser prejudicada.

Em seguida, relacione as rotas de fuga e os pontos que exigem orientação de evacuação.

A identificação de equipamentos de emergência e de áreas de risco deve ser considerada de forma integrada, para que as placas conduzam as pessoas com clareza e não funcionem como elementos isolados.

Defina mensagens, símbolos e posições

Cada placa deve ter uma finalidade objetiva. indicar uma rota, orientar uma saída, identificar um equipamento, alertar sobre um risco ou comunicar um procedimento de emergência.

Mensagens longas, símbolos inadequados ou excesso de informações podem dificultar a compreensão, especialmente sob pressão.

Antes da fabricação, avalie:

  • qual mensagem ou símbolo será utilizado;
  • quem precisa visualizar a informação;
  • de qual distância a placa deverá ser percebida;
  • em que altura e posição ela será instalada;
  • se haverá repetição da orientação ao longo do percurso;
  • quais condições de iluminação existem no local.

A escolha das dimensões e dos grafismos deve ser validada de acordo com a finalidade da placa, as características do ambiente e os requisitos normativos aplicáveis.

A quantidade não deve ser definida apenas pela área do imóvel, mas pela continuidade da orientação e pelos pontos de decisão do percurso.

Escolha materiais e técnicas de aplicação

PVC fotoluminescente, alumínio, ACM e adesivos fotoluminescentes podem ser considerados conforme o ambiente, o acabamento desejado, a superfície disponível, a exposição e a necessidade de visibilidade.

A fotoluminescência é especialmente relevante quando a sinalização precisa continuar perceptível em ambientes sem iluminação, desde que a especificação seja compatível com a finalidade e as condições do projeto.

Também é necessário definir a técnica de aplicação dos grafismos, como serigrafia, impressão digital ou vinil recortado.

Material, técnica, dimensões, acabamento e método de fixação devem ser avaliados em conjunto, evitando que uma decisão isolada comprometa a leitura, a conservação ou a integração da sinalização ao espaço.

Valide a solução e planeje a instalação

Antes da produção, confira a localização de cada placa, a coerência entre símbolos e mensagens, a visibilidade, as dimensões, os pontos de fixação e as condições de iluminação.

A validação técnica deve considerar as normas aplicáveis ao projeto e à finalidade da sinalização, além das particularidades da edificação.

O planejamento da instalação deve prever superfícies, acessos, interferências, sequência de montagem e necessidade de adaptação no local.

Quando houver dúvidas sobre quantidade, acabamento ou posicionamento, a consulta a um fabricante de placas com atuação técnica pode ajudar a organizar as informações necessárias para a especificação, sem substituir a análise dos responsáveis pelo projeto e pela edificação.

Fabricação padronizada, adaptação ou projeto especial

A fabricação padronizada pode atender necessidades recorrentes, com mensagens e formatos previamente definidos.

A adaptação ao ambiente é indicada quando a placa precisa considerar dimensões, superfícies, circulação ou condições de visibilidade específicas.

Já o projeto especial deve ser avaliado quando há integração com uma solução arquitetônica, identidade visual, instalação diferenciada ou combinação de materiais e técnicas.

Essa decisão deve partir da função da sinalização, e não apenas da aparência.

Um levantamento de informações completo deve reunir planta ou descrição do ambiente, riscos identificados, rotas de fuga, equipamentos a sinalizar, mensagens, símbolos, dimensões desejadas, materiais possíveis, pontos de fixação, condições de iluminação e requisitos normativos para validação.

A Plakas Indústria e Comércio LTDA atua desde 1988 no mercado B2B de comunicação visual e oferece atendimento consultivo para demandas de sinalização de segurança.

A empresa informa capacidade de fabricar e instalar soluções com diferentes materiais e técnicas, além de investir em tecnologia e qualificação.

Seus processos são associados à certificação ISO 9001:2015, informação que reforça a importância atribuída à organização e ao controle de qualidade.

Para definir uma solução customizada, o próximo passo é consultar a Plakas com os dados do ambiente e do projeto, permitindo avaliar materiais, técnicas, dimensões e possibilidades de instalação conforme a necessidade apresentada.

Sinalização de segurança como parte da comunicação visual

A sinalização de segurança integra a comunicação visual, mas tem uma finalidade específica. orientar pessoas, comunicar riscos, identificar equipamentos de emergência e apoiar a evacuação de uma edificação.

Quando é planejada de forma adequada, contribui para facilitar a localização de rotas de fuga, saídas, escadas e recursos de emergência, além de apoiar inspeções e vistorias conforme os requisitos aplicáveis ao ambiente.

Mais do que aplicar placas em pontos isolados, é necessário analisar a circulação de pessoas, a visibilidade, a iluminação, a criticidade das áreas e a relação entre símbolos, mensagens e localização.

A escolha de materiais, dimensões, acabamento e técnica de aplicação deve acompanhar a função de cada placa e a avaliação técnica do projeto.

Principais benefícios da sinalização de segurança

Uma solução bem especificada pode:

  • facilitar a identificação de rotas de fuga e saídas;
  • orientar a evacuação em situações de emergência;
  • indicar equipamentos de combate e atendimento a emergências;
  • comunicar riscos e restrições em áreas específicas;
  • melhorar a consistência visual da orientação dentro da edificação;
  • contribuir para o atendimento das exigências técnicas aplicáveis;
  • reduzir dúvidas durante deslocamentos e procedimentos de emergência;
  • auxiliar processos de inspeção e vistoria.

Esses benefícios dependem da coerência entre finalidade, grafismo, localização, dimensões, contraste, material e condições de iluminação.

Por isso, a sinalização não deve ser definida apenas pela aparência ou pelo formato de uma placa.

Diferença entre categorias de sinalização

Categoria Finalidade principal Exemplos de aplicação
Sinalização de segurança Orientar em situações de risco, emergência e evacuação Rotas de fuga, saídas, equipamentos de emergência e áreas de risco
Sinalização interna Organizar a circulação e identificar ambientes Salas, setores, recepção, corredores e sanitários
Sinalização externa Orientar pessoas em áreas externas e acessos Entradas, estacionamentos, acessos e identificação de áreas externas
Placas informativas Transmitir instruções, avisos ou informações gerais Regras de uso, comunicados, orientações operacionais e informações institucionais

As categorias podem coexistir em um mesmo empreendimento, porém não devem ser tratadas como equivalentes.

Uma placa informativa pode explicar um procedimento, enquanto uma placa de segurança deve cumprir uma função de orientação relacionada a riscos, emergência ou evacuação.

Da mesma forma, a sinalização interna organiza o uso cotidiano dos ambientes, mas não substitui necessariamente a sinalização de segurança exigida para rotas e equipamentos de emergência.

A Sinalização de Segurança da Plakas pode ser especificada com materiais como PVC fotoluminescente, alumínio, ACM e adesivos fotoluminescentes, conforme a necessidade do projeto.

As aplicações podem envolver serigrafia, impressão digital ou vinil recortado.

A definição deve considerar o local de instalação, a exposição, o acabamento desejado, a necessidade de visibilidade sem iluminação e os requisitos normativos pertinentes.

Perguntas frequentes

Quais normas orientam as placas de segurança?

A especificação pode considerar as normas ABNT NBR 13434-1, ABNT NBR 13434-2, ABNT NBR 13434-3 e DIN 67510-1, conforme a finalidade e o contexto da aplicação.

A validação técnica deve relacionar a norma aplicável ao ambiente, ao tipo de mensagem, ao material, ao grafismo e à instalação.

O que é uma placa fotoluminescente?

É uma placa ou superfície com propriedade fotoluminescente, capaz de manter visibilidade em ambientes sem iluminação direta após receber iluminação adequada.

Essa característica pode apoiar a orientação em emergências, mas a escolha do produto deve considerar o projeto, as condições do local e os requisitos técnicos aplicáveis.

Quais materiais podem ser utilizados?

Entre as opções informadas estão PVC fotoluminescente, alumínio, ACM e adesivos fotoluminescentes.

Cada material pode atender a diferentes necessidades de resistência, acabamento, fixação e integração com o ambiente.

A seleção deve ser feita em conjunto com as dimensões, o grafismo e a técnica de aplicação.

Onde aplicar placas de segurança?

As aplicações podem incluir empresas, indústrias, hospitais, escolas, condomínios, comércios e órgãos públicos.

Em cada local, o planejamento deve identificar rotas de fuga, saídas, escadas, equipamentos de emergência, áreas de circulação e pontos que apresentem riscos específicos.

Como definir dimensões e grafismos?

As dimensões e os grafismos devem ser definidos de acordo com a finalidade da placa, a distância de observação, a posição de instalação, a visibilidade, o fluxo de pessoas e os requisitos normativos aplicáveis.

Não existe uma escolha única válida para todos os ambientes; a especificação deve partir do levantamento do projeto.

Qual é a diferença entre sinalização de segurança e sinalização interna?

A sinalização de segurança orienta sobre riscos, emergência, evacuação e equipamentos de proteção.

A sinalização interna identifica espaços e organiza a circulação cotidiana.

Embora possam compartilhar elementos de identidade visual, suas funções e critérios de especificação são diferentes.

Próximos passos para especificar a solução

Para transformar a necessidade em um levantamento de informações técnico, vale reunir a planta ou o levantamento do ambiente, as rotas de circulação, os pontos de emergência, os riscos identificados, as condições de iluminação, os locais de fixação e as exigências normativas consideradas.

Também é importante definir se o projeto exige fabricação padronizada, adaptação ao ambiente ou uma solução especial.

A Plakas Indústria e Comércio LTDA atua desde 1988 no mercado B2B de comunicação visual, com fabricação e instalação de soluções e atendimento consultivo.

A empresa informa trabalhar com as normas citadas e possui certificação ISO 9001:2015, além de investir em tecnologia e qualificação.

Para avaliar materiais, técnicas, dimensões, grafismos e possibilidades de customização, consulte a Plakas conforme as características do seu projeto.

Para ampliar a pesquisa, o leitor pode consultar as páginas internas de Sinalização de Segurança, Comunicação Visual e Sinalização Vertical, além dos conteúdos sobre sinalização interna e externa, letreiros, luminosos, totens, displays e projetos especiais.

Para saber mais sobre Fabricante de placas

Ligue para (31) 98711-5367 ou clique aqui e entre em contato por e-mail.

Os campos com * são obrigatórios

Entre em contato agora mesmo!

Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.

Solicitar contato

Principais regiões de atendimento:

  • Atendimento realizado em todo o estado de Acre.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Alagoas.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Amapá.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Amazonas.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Bahia.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Ceará.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Distrito Federal.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Espírito Santo.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Goiás.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Maranhão.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Minas Gerais.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Pará.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Paraíba.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Paraná.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Pernambuco.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Piauí.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rio de Janeiro.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Norte.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Sul.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Rondônia.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Roraima.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Santa Catarina.
  • Atendimento realizado em todo o estado de São Paulo.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Sergipe.
  • Atendimento realizado em todo o estado de Tocantins.
WhatsApp 1